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ABANDONE DE VEZ SUAS PONTUAÇÕES E RENDA-SE COM TODA SUA PECAMINOSIDADE AO DEUS QUE NÃO LEVA EM CONTA NEM OS PONTOS , NEM AQUELE QUE OS MARCA, MAS VÊ EM VOCÊ , SOMENTE UM FILHO REMIDO POR CRISTO- Thomas Merton

sábado, 28 de fevereiro de 2009

ESSA EU GOSTARIA DE TER ESCRITO

Vale a pena Ler e refletir .......... > > > Será mesmo que você é substituível? > > Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua > equipe de gestores. > > > Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: " > ninguém é insubstituível". > > A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio. Os > gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada. > De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o > atrevido: > > - Alguma pergunta? > > - Tenho sim. E o Beethoven? > > - Como? - O encara o gestor confuso. > > - O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu o > Beethoven? > > Silêncio. > > > > Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e > achei muito pertinente falar sobre isso... > > Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no > fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da > organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar. > > Quem substitui Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? > Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge > Amado? Pelé? Paul Newman? Albert Einstein? Picasso? Zico? > > Todos esses talentos marcaram a História fazendo o que gostam e o que sabem > fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim > insubstituíveis. > > Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para > alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem seus > conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe > focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar > 'seus gaps'. > > Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era > instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis obsessivo... O que > queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, > discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos. > > Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar > seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o > talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto. > > Se seu gerente / coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas > de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria > Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na > escola, Beethoven por ser surdo e Gisele Bündchen por ter nariz grande. E > na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos. > > Quando o Zacarias dos Trapalhões faleceu, ao iniciar o programa seguinte, o > Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim: > > "Estamos todos muitos tristes com a partida de nosso irmão Zacarias... e > hoje, para substituí-lo, chamamos:.. Ninguém... pois nosso Zaca é > insubstituível" > > Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... Com toda certeza ninguém > te substituirá.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Sobrevivemos

Engraçado como sobrevivemos , nós que somos das décadas de 50 ,60 , não tínhamos celular e as noticias chegavam até nós e éramos mais procurados e achados do que hoje , não tínhamos internet com Orkut msn ,sites mas , éramos bem relacionados, fazíamos grande amizades e os livros das poucas bibliotecas nos informavam. Quantas vezes eu mesmo no silencio de algumas delas fazia minhas pesquisas e trabalhos escolares , escritos a mão mesmo sem mesmo usar a velha máquina de escrever. Os nossos brinquedos eram os mais primitivos e criativos, de latas cheias de areia que se movimentavam como carros a rodas de carros ou pneus de bicicletas que rolávamos pelas ruas e até competíamos em campeonatos de velocidade. Isso era muito divertido e nos deixava vaidosos. As brincadeiras de roda , a brincadeira de passa anel e outras nos faziam passar o tempo e servia como mais uma pagina de relacionamentos que deixava a noite mais prazerosa. Dinheiro? Alguns de nós nem nos lembrávamos que tal matéria era necessária para nossas sobrevivências e deixávamos isso a cargo de nossos pais que como serventes, trabalhadores braçais nos davam o mínimo para nossa sobrevivência. Interessante , não íamos ao dentista e quando doía dentes ou sentíamos alguma dor , tomávamos um chá ou simplesmente dormíamos e no outro dia estávamos curados. Viagens? Ficávamos felizes quando nossos pais nos levavam a casa dos avós primos ou amigos na mesma cidade , no mesmo bairro . Tênis de marca? Ate que sim , tínhamos o conga , o kichute que faziam sucesso nos nossos pés . televisão somente na casa dos vizinhos menos pobres que nós , ali assistíamos Jim das Selvas, Tarzan, Batmasterson , o Zorro , Nacional Kid e o esporte que parava a turma : Luta de Box. Sobrevivemos sem os aparatos modernos , mas , mas, mas ... quando olho para os jovens e adolescentes de hoje fico escandalizado com o que nós mesmo pais criamos só com objetivo de que eles não passasem o que passamos. Demos a eles celulares, internet, carro, casa com todo conforto, escolas, faculdades, viagens, televisão a cabo ,aparelhos de som , toda facilidade do mundo na ponta dos dedos deles de controle remoto a filtros de água , e eles , eles , eles estão como parasitas, múmias ambulantes, dependentes materiais e emocionais. Não conseguem viver sem as tais parafernálias do tempo presente , se afastam mais e mais das pessoas , suas amizades e seus brinquedos são virtuais, suas mentes lentas os tornam mais dependentes ou independentes , o que os fazem cometer coisas que nós jamais cometeríamos .Sobrevivemos e estamos enxergando o presente assustador , e eles ? os que tem a facilidade do presente século conseguirão a mesma façanha? Pais , avós, vamos ajudar essa geração ?

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

A CRISE SEGUNDO EINSTEIN

"Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor bênção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar superado. Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la"

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

LEIA PARTE DA ENTREVISTA COM O PASTOR RONALDO DIDINI À REVISTA CRISTIANISMO HOJE

Sobre os limites que pregadores ultrapassam ele disse: Fiquei assustado com o que fez o pastor Marcos Feliciano em seu programa. Ao mesmo tempo em que pregava o Evangelho, ele anunciava terrenos para as pessoas comprarem em prestações, dizendo que Deus abençoaria aquela compra. Isso ultrapassa o limite. Ao mesmo tempo em que se anuncia a salvação, vincula-se isso à venda de produtos para receber a bênção de Deus. Lógico que aquele comercial está sendo pago. Feliciano ultrapassou a barreira ética. Para mim, isso é o que existe de mais vulgar na teologia da prosperidade. A igreja precisa de fundos? Sim. Mas de onde vêm? Dos dízimos e ofertas. Apenas eles têm fundamento bíblico. Sem esse pastor perceber, creio que o próprio Deus o fez tropeçar para expor a nudez desses cruéis ensinos. A teologia da prosperidade é um câncer no segmento evangélico. Por que o senhor critica tanto a teologia da prosperidade? Porque ela é demoníaca. Penso que os líderes evangélicos deveriam se unir e dar um basta nesses ensinos. A teologia da prosperidade bateu no fundo do poço e já deveria haver uma conscientização de muitos líderes acerca disso. Todos que optam por esse caminho ficam satisfeitos apenas em ir bem financeiramente, não ter sofrimento de nenhum tipo. Querem ficar independentes, achando que não precisam de mais nada. Os pregadores da prosperidade não têm contato com o povo e não enxergam isso, porque são pobres, cegos, miseráveis e estão nus. O homem não tem que ditar regras a Deus e dizer a ele como e a que horas fazer o milagre. Minha crítica a essa teologia é que ela proclama aquilo que é terreno e não o que é sagrado, sobrenatural. Com o tempo, tal mensagem se desgasta e o resultado está aí. Eu fui missionário em nações muito pobres da África. Por que a teologia da prosperidade não funciona lá? Para responder essa questão, o teólogo da prosperidade não está preparado. Se não funciona lá, ela é antibíblica. Jesus falou que é mais fácil um camelo passar pelo fundo da agulha do que um rico entrar no Reino dos Céus. Ora, se a teologia da prosperidade fosse bíblica, todos seriam ricos e quase ninguém acabaria salvo. Pregar e acreditar na teologia da prosperidade é como construir um castelo na areia ou fazer um gigante com pés de barro – mais cedo ou mais tarde, tudo cairá. Mas durante muito tempo o senhor militou em igrejas propagadoras da teologia da prosperidade… Quem mudou, suas ex-igrejas ou o senhor? Não mudei o meu pensamento. Foi a obra do Espírito Santo que me amadureceu. Sou muito grato por tudo que recebi na Igreja Universal e na Igreja da Graça. Não tenho nada contra essas instituições e nem contra seus líderes. Minha diferença é doutrinária. Uma coisa é enxergar, e outra é mudar, se for preciso, sair do sistema, quando ele se torna mais poderoso do que a Bíblia. O catolicismo está cheio de exemplos assim. Todos os padres sabem que não é uma bula papal que pode dizer que o líder é infalível ou que Maria subiu ao céu com seu corpo. Mas o sistema Católico Apostólico Romano requer que essa doutrina seja aceita, e muitos a defendem em nome desse sistema. O senhor não teme ser considerado ingrato por seus ex-líderes? Como eu disse, nada tenho contra Macedo ou Soares. Tanto, que quando eu saí da Universal, foi como que se perdesse meu chão. A Iurd para mim era mais importante que qualquer outra coisa na vida; eu amava aquele ministério, dava minha vida por ele. Depois, conheci a Igreja da Graça. O missionário Soares me ajudou muito naquela época, pastoreando minha vida por dois anos. Foi um verdadeiro pai, preocupando-se com minha alma, porque eu não estava bem espiritualmente. A teologia da prosperidade me fez um mal tremendo. Continuei caindo e bati no fundo do poço quando abri a igreja lá em Portugal [a Igreja do Caminho, inaugurada por Didini em Lisboa em 2003]. Estava sozinho com minha mulher e duas malas de roupas começando uma igreja na periferia. Então, aprendi que ou dependia de Deus ou o meu ministério ia acabar. Deus me ensinou muito naqueles cinco anos, até me colocar ao lado do apóstolo Valdemir

sábado, 7 de fevereiro de 2009

SUCESSO RELIGIOSO COM PIQUE NOVO ...as coisas mudaram

Entrei numa grande loja de departamentos e no sistema de som se ouvia a um volume um tanto exagerado um dos sucessos gospel de Lázaro, e que se seguiu com outro de uma comunidade evangélica, e ao que parece os clientes da loja estavam se deliciando com os louvores, e isso me fez voltar no tempo em que musica evangélica era tida como algo “profano” e de “mau gosto” , de mau gosto talvez porque os arranjos eram muito simples e as letras ingênuas , e a qualidade péssima. As rádios Fms se orgulhavam em tocar em sua grade de programação musical os hits americanos, os famosos batidões e nem pensar de ter uma musica gospel ou programa evangélico compondo a programação. No geral não tínhamos cartão de visitas para nos apresentarmos ao mundo , lembram? Éramos realmente de outro mundo , homens vestidos com seus belos ternos quadriculados suas gravatas estilo bico de jibóia e as mulheres com seus longos vestidos de cetim, adornadas com seus coques na cabeça. E hoje tomando um cafezinho na padaria estiquei os olhos para ler a seguinte manchete num jornal na mão de um cidadão que dizia o seguinte: Sucesso religioso vira pagode com Pique Novo. Fui obrigado a comprar o veiculo de informação no valor de cinqüenta centavos para me aprofundar na matéria cujo conteúdo trazia a informação de que o grupo acabara de regravar a musica Faz um milagre em mim , sucesso na voz do cantor e compositor Régis Danese. E ainda o que me incentivou a escrever essa crônica é o que um dos componentes do grupo disse: Nós levamos o louvor para o publico , nossa expectativa agora com a regravação desta musica , é passar uma mensagem de louvor dentro do nosso ritmo e confortar os corações. Entendo que os juízes de plantão terão respostas na ponta da língua quanto a esse fato: uns dirão: querem fazer sucesso com coisas de Deus , outros : querem ganhar mais dinheiro .E diante de possíveis declarações , nós que vivemos naquele tempo em que até em dizer que se era crente abria portas para perseguições e preconceitos , levantamos nossas mãos aos céus e agradecemos a Deus que faz hoje as pedras clamarem . Os novos compositores, arranjadores, junto com os novos equipamentos e instrumentos , e corajosos proprietários de rádios evangélicas, os novos intérpretes, são frutos de orações daqueles que queriam um avivamento nesse País ,um avivamento que abriria portas e facilitaria a divulgação do evangelho . É ... realmente as coisas mudam.

Quem sou eu

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Volta Redonda, Rio de Janeiro, Brazil
Assunto: Radialista, e atuo como comunicador na rádio 88 fm há 14 anos , atualmente exerço mimha função de locutor na radio boas novas no Rio de Janeiro , uma empresa do mesmo grupo 88 . Tenho tido experiencias tremendas nessa área . obrigado a todos que se interessam em ler meus escritos quer seja por admiração ou por criticas